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| UM FIM PARA MASTER CHIEF |
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| Halo é, definitivamente, algo difícil de compreender. Se séries peremptórias e aclamadas nos dias de hoje como Mario, Zelda, Metroid, Sonic, Final Fantasy, Dragon Quest e Metal Gear surgiram nas décadas de 1980 e 1990 e, por conseguinte, cresceram junto com os jogadores, Halo eclodiu em 2001. É um fenômeno recente, do século XXI. Um fenômeno que envolve questões enredadas como hype exacerbado, cifras astronômicas de produção, ARGs e, sobretudo, muito, mas muito marketing. Halo está aqui, lá e em todo o lugar. |
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| A cada jogo lançado, o mercado norte-americano entra em polvorosa. Grande parte do faturamento já provém do sistema de pré-venda. Isso não seria nenhum fato insólito se o referido lançamento fosse de algumas das franquias supracitadas, que já viraram sinônimo de videogame há um bom tempo. Nesse cenário é que surgem as questões polêmicas que põem em dúvida a fama da série Halo, como o carisma duvidoso do protagonista Master Chief, um prestativo supersoldado de dois metros de altura e 500 quilos que traja uma armadura esmeraldina e um capacete com visor espelhado. Nunca mostrou sua face, não profere anedotas, não tem jargões, não tem uma marca, não mostra suas expressões, não tem trejeitos, não possui uma personalidade, não possui uma identidade, enfim. |
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