“HOW COOL IS THAT?!”

Como entusiasta e ávido pesquisador da área de desenvolvimento de jogos, posso afirmar que não gostaria de estar no lugar dos programadores da Criterion Games quando receberam a notícia de que teriam que fazer um novo Burnout, para a nova geração de consoles, que, de alguma forma, fosse inovador. Tarefa complicada essa... Mas não é que eles se superaram novamente?!

A série ficou realmente conhecida em 2004, com Burnout 3: Takedown, de trilha sonora imbatível e uma das melhores jogabilidades; depois veio o Revenge (quase uma mancha na história da franquia); e o Dominator, com novos modos e velocidade alucinante. Todos venderam muito bem e o principal ponto em comum dos três, além da destruição, claro, é o estilo de jogo mais arcade, descompromissado: escolha o modo, o carro, jogue em uma pista com percurso fixo, e pronto. Já no sexto game, resolveram mudar a proposta e o jogador é colocado no meio de Paradise City, com total liberdade para dirigir quando, como e onde quiser. Depois de tanto sucesso da fórmula anterior, é de se estranhar o risco tomado pela produtora, mas a verdade é que Paradise ainda é Burnout, talvez mais do que nunca!