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MARAVILHOSO MUNDO VIRTUAL

Entre os diversos astros do universo gamístico há uma infinidade de siglas: FPS, RPG, RTS etc. Uma delas, contudo, não representa um gênero como os três mencionados, mas uma revolução que redefine o conceito de games em PCs e videogames: MMO, sigla para Massively Multiplayer Online. O que os títulos com o prefixo trazem de tão especial? A possibilidade de jogar com centenas e, por que não, milhares de pessoas simultaneamente, muitos deles com mundos imaginários especialmente criados para os jogos em questão. Antes a jogatina, quando não era solitária, ficava cerceada a um número restrito de indivíduos que não passa de dez.

Dessa forma, interagindo com outras pessoas, seja seu conhecido da mesma cidade ou até cidadãos de países de continentes distintos, cria-se uma sociedade virtual em que vínculo e entrosamento entre indivíduos de diferentes origens são estabelecidos, à medida que você aprende, sem a intenção para tanto, como manter a liderança, caso chefie um clan, ou mesmo a maneira mais apropriada para se comportar em atividades de trabalho coletivo. Nesse cenário não há barreiras de faixa etária, sexo e classe social.A última graças aos MMOs gratuitos, que favorecem um processo de democratização dos games, uma vez que nesse caso não é preciso comprar o jogo em uma loja. Basta baixar o client do respectivo título e, sem complicações burocráticas e conhecimentos técnicos avançados, começar a jogar. Diversas empresas ingressaram nesse setor no Brasil, disseminando os MMOs nos internautas nacionais, graças a essa diferença crucial na compra de um jogo. O país, infelizmente, ainda é assolado pela pirataria. Entre 20 games vendidos, 19 são cópias ilícitas.

Enquanto isso, os MMOs diferem-se do sistema convencional de compra, já que a renda das companhias provém da assinatura (quando o jogo é pago, mas há a opção de jogá-lo gratuitamente antes de pagar) e também publicidade in-game e venda de itens que fornecem habilidades especiais.

Por Redação Hive (falae@hive.com.br)