Devil May Cry 4 não decepciona

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Omelete
10.03.2008

Com sua jogabilidade copiada por bons games como God of War e Ninja Gaiden, Devil May Cry retorna para provar que - apesar da imitação ser a mais sincera forma de homenagem - nada vence o original.

O sistema de combate e sua complexidade satisfazem mais que qualquer outro jogo do gênero. A complexidade da customização estratégica é igualmente bem-vinda. E apesar de exageradas e um tanto afetadas, a história e a animação do personagem principal são bem-sucedidas em manter o jogador interessado e servem como bons respiros após os absurdamente poderosos chefes de fim de fase. Para os donos de Playstation 3 e Xbox 360, este jogo é simplesmente imperdível.

As cenas entre as fases são muito bem animadas e a abertura cinematográfica introduz o novato da série, Nero. Depois que uma "figura misteriosa" (Dante) assassina Sanctus, o líder religioso da Sparda (os vilões no primeiro game), Nero jura caçá-lo. Naturalmente, nada é o que parece e o game tem reviravoltas que farão você ficar tentando adivinhar a verdade até o último minuto - são tantas que chega até a ser um exagero... e o resultado é um tanto cômico. O jogo não vai ganhar prêmios por sua história, mas isso não é um demérito, afinal, este não é o objetivo dele. De qualquer maneira, mesmo capenga, ela é até melhor que as anteriores. Como bônus, os jogadores podem controlar Nero e Dante.

O foco é mesmo na jogabilidade e Devil May Cry 4 segue a tradição da série de "matar demônios com estilo". Prova disso é o sistema que premia variações de combos e ataques. Enfrente seus oponentes sempre do mesmo jeito e você não receberá os "pontos de estilo". Use a criatividade e a diversão será ainda maior... assim como os pontos. Sem falar que a pirotecnia na tela é mais legal - em parte graças à técnica de Nero de alcançar inimigos distantes com sua habilidade especial Devil Bringer.

O review na íntegra você confere no Omelete.

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