“Street Fighter IV”

Outer Space
05.03.2009
Apesar da fama absoluta de vários personagens de “Street Fighter”, é bom lembrar que o roteiro nunca foi o forte desse jogo. É sempre um campeonato de luta, onde cada um tem seus motivos pessoais para entrar e vencer. Por manter a linha “nosso forte não é a história”, não tem como levar a sério o enredo de “Street Fighter IV”, muito menos das motivações de seus participantes. Para se ter uma idéia, Blanka, nosso compatriota amazonense, entra na batalha porque fica chateado em causar vergonha em sua mamãe devido à sua aparência grotesca. Já Zangief pula na pancadaria a fim de provar para um bando de garotos que é o melhor do mundo. Resumindo, é a velha fórmula de sempre: não precisamos de coerência para soltar porrada em um jogo de luta.
Os personagens clássicos estão todos lá. Talvez alguns que apareceram em outros jogos façam falta, mas a quantidade de personagens novos é estimulante. O jogo começa apenas com os personagens básicos de “Street Fighter 2” e alguns inéditos disponíveis para seleção. Outros são liberados quando se zera o jogo. Por exemplo, zerar com o Ryu libera a Sakura, zerar com o M.Byson libera a Rose, assim por diante. No time dos novatos temos, por exemplo, o lutador de “lucha libre” El Fuerte, muito rápido e com arremessos poderosos, e Abel, um francês grandalhão especializado em artes marciais.
Confira a análise na íntegra no Outer Space.
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