Review: "The Sims 3"

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Omelete
22.06.2009

"The Sims 3" chegou e, assim como seu antecessor, com enorme sucesso. É simplesmente o maior lançamento na história da Electronic Arts, com mais de 1,4 milhão de unidades comercializadas apenas em sua primeira semana nas prateleiras. Porém, mais do que boas vendas, o jogo também vem sendo bem recebido pela comunidade “simmer”.

O DVD permite a instalação tanto em PCs quanto Macs e embora tenha rodado melhor no Mac, um PC atualizado e com boa quantidade de memória roda o jogo sem engasgos.

O game traz apenas uma cidade com seus diversos lotes comunitários e residenciais. Para variar a locação, basta acessar o site oficial e baixar gratuitamente uma nova. Uma vez instalado, chegou a hora de mudar um Sim para sua cidade.

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As famílias agora são classificadas por nível de dificuldade, que varia de acordo com o número de pessoas na casa. Optei por criar um Sim totalmente novo e, depois de muito estica-e-puxa no gerador de personagens, fiquei com a impressão de que, com alguma paciência, é possível mesmo imitar alguém do mundo real ali. Nessa personalização senti apenas falta de mais opções de roupas e cabelos e de ajustar a altura do Sim. Mas a Maxis e a EA são espertas... este é só o jogo-base. Sem dúvida as expansões (que com certeza virão) trarão mais opções.

Com o Sim pronto, finalmente a cidade recebeu seu novo morador, com cinco traços de personalidade selecionados num grupo de 60, uma novidade do game. Escolhi esses atributos de maneira que ele parecesse único e até meio bipolar. Feito isso, bastou escolher a casa, que podia ser mobiliada ou não, e começar a jogar.

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A grande novidade deste novo produto da série é o mundo aberto - e ele não desaponta. Você pode agora cruzar a rua e convidar os vizinhos para uma visita, dar uma corridinha até a praça, ou, se preferir não fazer exercício, pode pegar um táxi, dirigir seu próprio carro ou andar de bicicleta até lá. E qualquer um no caminho pode ser abordado para uma conversa.

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A vizinhança impressiona pelo tamanho e boa distribuição. E o melhor: tudo flui naturalmente, sem qualquer tela de carregamento, como havia sido prometido pela desenvolvedora. E como simulador de vida não é simulador de vida sem trabalho, cada emprego parece ter um prédio associado a ele. Quando o Sim sai pra trabalhar, mesmo que você não consiga vê-lo exercendo sua função, ainda poderá dar-lhe orientações durante o expediente, como pedir que faça hora extra ou que seja mais relaxado, o que afetará diretamente sua carreira.

Em relação à arquitetura Sim, o modo de construção sofreu ótimas melhorias, que tornaram ainda mais fácil a tarefa de dar ao seu personagem a casa perfeita. A nova ferramenta que permite criar estilos deve agradar em cheio àqueles que não gostam de usar itens prontos e preferem combinar as cores e texturas dos móveis dentro de um ambiente. Porém, o pequeno número de objetos para decoração deve incomodar os jogadores de "The Sims 2", acostumados à variedade obtida através das dezenas de pacotes de expansão. Algo, claro, que mudará futuramente com o lançamento dos aprimoramentos para "The Sims 3".

As interações, as animações dos personagens, o visual... tudo parece talvez familiar até demais para os fãs dos demais jogos da série. Mesmo que "The Sims 3" não traga evoluções tão marcantes quanto as que ocorreram do primeiro para o segundo jogo, isso dá ao jogador uma sensação de conforto e elimina qualquer curva de aprendizado entre os fãs veteranos, que podem concentrar-se direto nas novidades. Afinal, a vida - mesmo que simulada - é curta, e não há tempo a perder.

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Tags: The Sims, Simuladores, Electronic Arts.



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